Minha diarista crente

Não existe mulher difícil, existe mulher mal cantada!!, mas as vezes é preciso ser perseverante  para conseguir o seu objetivo, é o que  aconteceu devido a eu não ter desistido, conheci a Neuza quando ela vindo de outra cidade foi indicada para minha mulher como diarista, a gente estava precisando e ela necessitando do emprego deu tudo certo,  a Daiane não era do tipo daquela mulher gostosona, era uma mulher de estatura normal, cerca de 1,55 e do corpo dela pouco podia se falar porque ela estava sempre com um vestido comprido, da mesma forma que o seu cabelão, comprido na altura da cintura, mal cuidado devido a ela ser uma pessoa religiosa e na religião dela não se permitia vaidade segundo ela, mesmo por baixo daquele vestido dava pra se ver que ela não tinha barriga própria de quem depois de ter tido dois filhos seria até normal, mas ela era magrinha e miudinha, parecia até uma  boneca fragil,  ela e o marido veio do interior para a capital a procura de uma melhor situação financeira, considerando que S.Paulo sendo capital havia mais oportunidades.

Acabamos por desenvolver uma boa  amizade com ela,   minha esposa até ia de vez em quando na igreja dela visitar e foi lá que conheceu a Neuza  minha esposa e ela tinham mais ou menos a mesma idade então não foi difícil  encontraram afinidades,  eu já não era de ir igreja nenhuma, como a gente estava a procura  de uma diarista quando foi apresentada pra a Neuza logo fez o convite pra trabalhar em casa, que passou a trabalhar nossa casa e elas ficaram bem amigas e a Neuza mesmo quando não estava trabalhando em outras casas vinha  mesmo que fosse só pra conversar com a minha esposa.

Numa tarde de sexta feira depois dela terminar o serviço da casa, falou que estava sozinha naquele dia, perguntamos do marido e dos filhos  ela falou que eles tinham ido para a casa da avó, ela só não foi porque tinha que trabalhar etc e tal, sabendo que ela estaria sozinha em casa convidamo-na para jantar conosco e depois do jantar ela poderia dormir no quarto de hospedes considerando que ela estava sozinha, ela disse que não podia, nem roupa tinha levado pra se trocar coisa e ta, foi quando minha esposa disse que ela poderia usar um de seus vestidos já que ela não usava calça comprida.

Foi nesse dia que pude perceber o quanto ela era atraente porque após ela tomar um banho e colocar o vestido que minha mulher lhe emprestou,ficava um pouco acima do joelho deixando suas pernas parcialmente não sei porque ao ver as batatas da perna dela me deu o maior tesão, e ao ver o vestido mais justo que de costume que por sinal lhe caiu bem no corpo foi que eu fiquei a observa-la melhor e eu acabei ficando atraído por ela, pela simplicidade do dia a dia, mas principalmente porque embaixo daqueles vestidos e saias que ela usava no dia a dia não lhe faziam jus ao seu corpo, ela não era bonito de rosto mas tinha um corpo esbelto, não tinha nenhum bundão, ou seios grandes mas mesmo assim ela me atraia.

Em matéria de sexo ela era do tipo conservadora não dava abertura nem pra brincadeiras que eu e minha esposa as vezes fazíamos quando conversávamos normalmente na hora do almoço, certa vez perguntamos se ela tinha se casado virgem, ela confirmou que seu marido até então tinha sido o único, Depois dessa conversa fiquei na minha, claro que eu a respeitava, mas aquele fetiche não me saia da cabeça, só que eu era casado, ela frequentava minha casa a coisa era complicada, por mais que eu tivesse a chance de algo com ela seria muito arriscado, a Neusa não era nenhuma mulher de extraordinária beleza ou qualquer atributo físico que chamasse a atenção, mas por baixo daquela roupa toda comportada havia uma mulher que tinha bons atributos femininos na mina opinião o que lhe faltava era um bom banho de loja e de salão de beleza isso com certeza revelaria outra Neuza.

E por um bom tempo nada rolou  porque eu não tinha coragem, alem do que na minha cabeça se eu tentasse levaria um belo dum não na cara, e isso rolou até que num belo dia ela comentou com minha esposa na minha frente que tava com uns problemas elétricos em casa, tinha que trocar uma tomada que tinha queimado e o chuveiro também vivia queimando os fios, perguntei porque o marido dela não fazia esses reparos, ela me disse que ele tinha medo de mexer com eletricidade, falei que era só desligar a chave do relógio, ela respondeu que  marido temia que o serviço pudesse ficar em curto e na hora de religar queimar alguma coisa ou mesmo causar um incêndio, e peguntou se eu não conhecia alguém, que pudesse ajuda-la nesse item, e minha mulher que sabia que eu sempre fui um faz de tudo, e que eu mesmo tinha feito a maior parte das ligações elétricas em casa sugeriu que eu fosse ajuda-la, então respondi que eu só teria tempo num sábado a tarde, e a Neuza ficou toda agradecida., chegando no sábado com uma preguiça danada minha mulher me lembrou do compromisso, fazer o que eu tinha prometido, perguntei se ela queria ir junto mas a Fran minha mulher disse que preferia ficar em casa porque sábado era o dia da faxina coisa e  tal, enfim, la fui eu…

A Neuza não morava muito distante mas eu nunca tinha ido até a casa dela, ao chegar lá até me espantei com o que me deparei, era uma casa bem pequena apenas quarto sala e cozinha, porem bem arrumadinho, o banheiro ficava a frente do quarto que ela dividido com os filhos, e nem port atinha, só uma cortina, e enquanto eu arrumava perguntei onde o marido dela estava, ela respondeu trabalhando, perguntei e os filhos, que eram pequenos ainda, eu sabia que um tinha 8 o outro 10 anos, ela respondeu que eles costumavam ficar brincando com coleguinhas da mesma idade na casa de uma irmã da igreja que tinha se proposto a ajuda-la quando ela precisasse, e que sempre ficavam lá até que ela fosse busca-los, eu até que tentei dar umas indiretas pra cima dela mas como ela não me deu nenhuma abertura teminei o serviço e voltei pra casa. 

E depois daquele dia eu sou pensava numa coisa que era arranjar um jeito de pelo menos roubar um beija da Neuza, se ela precisava de um homem para determinados serviços quem sabe não precisasse para outros mais íntimos, enfim isso tornou-se uma ideia fixa, então cada vez que ela precisava de qualquer coisa lá estava eu com o consentimento da minha mulher é claro, passeia ajuda-la desde uma simples tomada até outros pequenos consertos já que eu trabalhava com construção, e isso tornou-se rotineiro eu ajudando-a, e cada dia mais a fim dela, não sei porque, ela era do tipo feinha, descuidada na aparência mas eu  estava a cada dia mais a fim de pegar a Neuza, só que ela nunca me deu abertura pra mim, pra ela tudo era pecado, o simples fato de pensar já era uma falta grave, eu não podia tentar nada mais ousado sem correr riscos, e eu observando que ela vivia sempre com aquele cabelão todo cheio de pontas quebradas não resisti e falei porque ela não ia a um salão de beleza, não pra cortar mas pra ajeitar um pouco, sugeri que ficaria bem melhor, afinal um cuidado no cabelo e uma maquiagem leve não ia fazer mal algum, ela até que concordou com a idéia mas completou como vou fazer isso se o que ganho mal dá pra gente sustentar a despesas da casa.

Depois daquele dia conversando com a Fran minha esposa, convenci ela a ajudar a Neuza melhorar a aparência, patrocinando o salão e doando algumas peças de roupas que ela não usava mais, é claro que a Neuza teve que soltar a barra de todos as saias e vestidos que a Fran lhe deu, mas mesmo assim ainda eram mais curtos que os normalmente usados por ela. na primeira vez depois que vi a Neuza repaginada até me assustei, parecia ter rejuvenescido anos, ela continuava com o cabelo bem comprido, mas tinha aparado as pontas e reidratado, agora pareciam mais volumosos aqueles cabelos negros e sedosos.

Depois dessa repaginada a Neuza agradeceu de todas as formas, se prontificou até a trabalhar um dia de graça o que não aceitamos é claro porque era um presente e ela precisava da grana da diária, ela tinha mudado bastante, e eu que já era a fim dela continuei mais ainda,

As vezes depois do expediente quando ele ficava um pouco até mais tarde mesmo sem precisar consertar nada eu a levava, sempre com o consentimento da Fran é claro, e nesse trajeto eu aproveitava para jogar um xaveco pra cima dela que já não ficava tão na defensiva como antes, as vezes o marido estava, as vezes não, na maioria das vezes ele estava trabalhando mesmo, porque a gente morava na zona leste e o marido dela trabalhava em Taboão da Serra e saia as 8 da noite, sempre chegava por volta das 10 da noite por causa da distância, e a Neuza aos poucos foi baixando a guarda e eu cada dia mais ousado, até que num desses dias perguntei-lhe pelo marido se eles se davam bem e coisas de casamento, ela então cabisbaixa resmungou alguma coisa que não entendi, tentei faze-la falar mas ela disse pra deixar pra lá, entendi que algo não  ia bem entre eles, naquele dia não insisti, mas em outra ocasião toquei novamente no assunto ela então começou a falar, dizendo que eles não estavam bem mesmo que só não tinha se separado ainda por causa dos filhos e da religião vi ali minha chance para tentar algo mais, mas mesmo assim tentei colocar panos quentes sobre a situação aconselhando-a e dizendo que ela separar-se seria pior etc…

Nesse dia cheguei lá e os filhos como sempre estavam na casa da tal amiga da igreja, ela estava cabisbaixa parecia incomodada com alguma coisa, tentei puxar conversa, ela não queria falar, quando eu perguntei, é seu marido não é? ela sem entender falou o que tem meu marido, respondi, é seu marido o motivo de voce estar assim né? Foi quando ela começou a soluçar e consentiu com a cabeça, sentei-lhe ao seu lado no pequeno sofá que havia naquele lugar, puxei a cabela dela para o meu peito e fiz com que ela desabafasse, entre muitas conversas que tivemos na hora que entrei no campo mais intimo ela me

confessou que o marido dela não a procurava na cama fazia algum tempo é claro que eu queria muito comer aquela mulher mas juro que não premeditei nada, só aproveitei a chance, comecei a massagear o cabelo dela num cafuné gostoso ela foi abrindo a a guarda, e quando menos eu esperava estava beijando a boca dela, ela que a principio tentou se afastar, só que eu me portei como um cafajeste, não deixei, segurei-a bem forte e continuei a beijar, ela se debatia mas eu resistia, deitei-a no sofá mesmo e comecei a tocar-lhe em seu corpo, seus seios, ela tremia que nem vara verde, naquele momento eu já estava decidido ir até o fim, até forçar a barra se preciso fosse, mas não foi necessário porque ela tremia mas não oferecia resistência, eu que já estava super excitado deitei-a ali mesmo posicionei  meu meu corpo por cima do dela imobilizando-a por baixo de mim, beijei sua boca, ela não correspondeu só dizia pra eu

parar, mas não parei, continuei beijando-lhe o pescoço e por entre seus seios mesmo coma blusa, forcei um dos seios pra fora e comecei a chupar, ela continuava tremendo toquei-lhe o sexo e comecei a masturbar-lhe levemente, em pouco tempo retirei sua calcinha por baixo da saia, depois eu levantei sua saia e posicionei meu pau na porta da entrada de seu sexo, forçando-lhe a entrada até que ela aceitou meu pau todo dentro dela, eu estava em estado alfa, tal era minha excitação, comecei a bombar por uns 5 minutos até que eu gozei….., quando ela sentiu que eu tinha gozado me empurrou pro lado e saiu debaixo de mim foi direto ao pequeno banheiro da casa para se lavar.

Ela ficou um tempão lá como ela não saia nunca fui até o banheiro e perguntei se ela estava bem que respondeu-me entre soluços que sim, pedi pra ela sair pra gente conversar, depois de eu insistir ela saiu, sua cara de choro era evidente pelos seus olhos vermelhos, quando eu tentei falar alguma coisa ela olhou pra mim e disse-me que eu não deveria ter feito aquilo, e agora como ela iria encarar a família, a Fran minha mulher  com muito jeitinho eu falei pra ela que era só manter segredo, esse seria nosso segredo, ela me fez ir embora, depois ela continuou trabalhando em casa mas depois desse episódio ela nunca mais me solicitou pra nada e me evitava sempre apesar de quando estava na frente da minha mulher agia normalmente, minha mulher nunca desconfiou de nada